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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Trailblazer e Malibu em nova geração no Salão de São Paulo


Dividindo espaço com lançamentos mais baratos, como o compacto global Onix e o Agile na versão com o câmbio automatizado Easytronic, as novas gerações do utilitário-esportivo Blazer, que agora passa a se chamar Trailblazer, e do sedã Malibu, estão sendo apresentadas pela Chevrolet no Salão do Automóvel de São Paulo.


O primeiro modelo teve sua chegada confirmada ao mercado brasileiro já para novembro, enquanto o segundo está na feira automobilística apenas para testar a recepção dos consumidores, mas sua vinda ao País não está descartada.


O Chevrolet Traiblazer, que compartilha plataforma e demais componentes com a nova geração da S10 e traz suspensão traseira 5-link, teve alguns detalhes revelados pela Chevrolet. O SUV chegará em versão única de acabamento, a LTZ, que costuma ser a mais cara da gama dos automóveis da montadora no mundo inteiro. De série, o modelo virá equipado com freios antibloqueantes ABS com EBD e controle de estabilidade e de tração, ar-condicionado digital, sistema de som Premium, três tomadas de 12V e radio double-din.


No quesito motorização, estarão à disposição duas opções: 2.8 litros turbodiesel de 180 cv e 44,9 kgfm de torque, com tração integral 4×4, e 3.6 V6 a gasolina de 239 cv e 33,2 kgfm de torque, com tração 4×2, sempre associados a uma transmissão automática de seis velocidades. O Chevrolet Trailblazer enfrentará modelos como Mitsubishi Pajero Dakar, Toyota SW4 e Hyundai Santa Fe (que também é mostrada em nova geração em São Paulo), e estará disponível somente com sete lugares, ainda sem preço definido.

O Malibu, por sua vez, estreia em solo brasileiro em sua versão mais cara disponível no mercado, trajando uma cor vermelha em seu “corpo”. O novo modelo não foi confirmado, até o momento, pela Chevrolet. Porém, o sedã grande chegará ao mercado brasileiro em meados do ano que vem, para fazer frente à nova geração do Fusion, da Ford. Com a nova geração, a fabricante norte-americana deverá reverter a situação do modelo “antigo” em nosso País, que foi um fracasso em vendas quando comparado a seus concorrentes diretos, como também o Sonata, da Hyundai.

A exemplo do compacto Sonic, o Malibu de nova geração é fabricado pela General Motors na Coréia do Sul, como também na China e nos Estados Unidos. Ainda não se sabe de qual país o modelo será importado. Por aqui, é provável que o Chevrolet chegue equipado com o motor 2.5 litros, a gasolina, de 197 cavalos de potência, e o 2.0 turbo de 259 cv.
Fonte:  BlogAuto

sábado, 28 de julho de 2012

Holden mostra sua versão do novo Malibu


Como de costume nos automóveis mais caros da Chevrolet, a Holden também terá sua versão da nova geração do Malibu. A marca australiana revelou na última terça-feira, 24, o modelo com seu logotipo, que, conforme anunciou a montadora, ganhou outras modificações, além das visuais, para adequar o sedã grande aos gostos e necessidades dos consumidores australianos.


Somente a grade dianteira do Chevrolet Malibu foi modificada, agora com uma peça única e um grande filete em cromado na parte superior, sustentando a logomarca da Holden no centro. Na mecânica, o três-volumes ganhou mudanças na suspensão e na coluna de direção, que recebeu um novo posicionamento. Ainda não se sabe quais os motores que equiparão o Holden Malibu 2013, mas nos EUA o carro é vendido com motores 2.4 eAssist de 180 cv, 2.5 de 200 cv e 2.0 turbo, que entrega 260 cv cavalos.
Fonte: BlogAuto

terça-feira, 3 de julho de 2012

Malibu em nova geração tem preço a partir de US$ 23.150 nos EUA


Enquanto sua chegada ao Brasil está prevista apenas para o ano que vem, o novo Chevrolet Malibu teve seus preços divulgados para os Estados Unidos. O sedã grande será comercializado naquele mercado em três versões de acabamento: LS, de entrada, LT, intermediária, e LTZ, topo de linha. Os preços, cerca de US$ 280 maiores que o do modelo antigo, serão entre US$ 23.150 e US$ 28.590.


O Chevrolet Malibu LS, apesar de ser a opção mais básica, vem bem equipado. De série, o modelo traz dez airbags, freios a disco nas quatro rodas com ABS, controle de estabilidade, assistente de freio, controle de cruzeiro, direção elétrica, rodas de alumínio de dezesseis polegadas, câmbio automático de seis marchas, entre outros. O motor da variante é um 2.5 litros capaz de entregar 200 cv de potência.

As versões LT, LTZ, além da Eco que deverá chegar no final deste ano, ganham sistema multimídia MyLink com tela sensível ao toque, interior com iluminação ice-blue, ar-condicionado automático de duas zonas. O modelo mais caro tem lanternas em LEDs e rodas de dezoito polegadas. Estará disponível um pacote de segurança que inclui alerta de colisão frontal e aviso de saída de faixa, além de um kit que inclui bancos em couro e assentos dianteiros com aquecimento para os modelos LT e Eco.

No segundo semestre, junto com o Malibu Eco, será oferecido o motor 2.0 litros turbo de 262 cv e 35,9 kgfm de torque, que chega para ocupar o lugar do V6.
fonte: BlogAuto

quarta-feira, 4 de maio de 2011

GM revela novo Malibu por inteiro


A nova geração do Chevrolet Malibu, enfim, teve sua face revelada pela General Motors. O modelo será a maior novidade no estande da marca no agitado Salão de Xangai, na China, que acontece entre os dias 21 e 28 deste mês. E a fabricante aposta forte no adjetivo “novo” para o sedã. Com início de vendas nos Estados Unidos previsto para o 2° semestre de 2011, o carro chegará ao mercado já como modelo 2013. Por aqui, o veículo deve chegar no próximo ano.


A imagem que finalmente mostra o carro por inteiro revela um Malibu bastante jovial em relação ao modelo atual. As linhas mais acentuadas no capô é o que os designers de carro costumam chamar de “sensação de força” ou “formas musculosas”, como preferem os desenhistas norte-americanos. Os faróis também são bem mais ousados que os da linha anterior e a grade recortada no meio com a gravatinha, identidade da marca, está lá.

O desenho da traseira, embora a foto ainda mostre pouco, pega emprestado elementos do novo Camaro, outro “musculoso”. O detalhe mais evidente desse compartilhamento de influências é o desenho da lanterna em semicírculo. Outra imagem recente do carro também revela um interessante detalhe do painel: a tela central do sistema multimídia é móvel e serve como uma tampa para um porta-trecos com iluminação de led.

A GM, no entanto, ainda insiste no mistério em relação aos detalhes mecânicos do novo Malibu, o nono da “dinastia” iniciada em 1964. Mas os boatos já são uma luz no fim do túnel. Segundo o website da revista inglesa AutoCar, o sedã deverá manter o motor 2.4 Ecotec, mas com a vantagem do sistema de injeção direta de combustível. A publicação também afirma que o modelo ainda terá uma nova versão com propulsor 2.0 turbo.
Fonte: iGCarros

quinta-feira, 28 de abril de 2011

GM mostra painel do novo Malibu


A GM acaba de revelar mais uma parte do novo Malibu. Depois da lanterna, agora foi a vez do painel aparecer. A imagem da vez mostra um monitor de LCD com comando touch screen instalado no centro da peça. Além disso, a mesma fotografia revela o formato mais arrojado no restante do componente, que possui desenho em forma de onda e conta com acabamento plástico laqueado e imitando cromado em certas partes. É possível notar também a divisão da instrumentação, que possui dois relógios individuais, como no Camaro moderno. O lançamento do sedã da Chevrolet está marcado para o Salão de Xangai, na China, neste mês.
Fonte:  iGCarros

segunda-feira, 4 de abril de 2011

GM mostra lanterna do novo Malibu


A General Motors começou a revelar o novo Malibu por partes, prática já comum no meio automobilístico. A montadora divulgou nesta quinta-feira (31) a primeira imagem teaser do sedã, mais precisamente o detalhe da lanterna no lado esquerdo da porção traseira. Como antecipou a projeção do iG Carros, o modelo terá o conjunto óptico de trás muito semelhante ao da versão moderna do Camaro. O lançamento da nova geração do veículo está programado para os Salão de Xangai, na China, e o de Nova York, nos Estados Unidos, ambos marcados para acontecer em abril.

Alinhado às tendência atuais, a lanterna possui leds no lugar de lâmpadas halógenas convencionais, recurso que consome menos energia e tem vida útil superior. A GM ainda afirma que o Malibu 2012 será mais largo e seu design terá um perfil mais jovial. A plataforma do veículo, ainda de acordo com a marca, é a mesma usada no sofisticado Opel Insignia e as opções de motores serão os blocos 2.4 Ecotec (da linha atual, mas revisado) e o 2.0 Turbo, os dois associados a uma única versão de transmissão automática sequencial de 6 marchas.

Em comunicado, a GM também revelou que a oitava geração do Malibu será vendida em mais de 100 países nas Américas, Europa, Ásia, Oceania e África. “Ele foi projetado desde o início para atender às necessidades de diferentes clientes ao redor do mundo”, revelou Rick Scheidt, vice-presidente da Chevrolet, na nota oficial da marca. A princípio, o carro será fabricado na China e nos EUA, mas outros pontos de produção também são cogitados pela montadora.

Com o lançamento do modelo renovado no mercado norte-americano, algo previsto somente para o segundo semestre deste ano, o Malibu atual em breve deve sair de linha nos EUA para ceder seu espaço na linha de montagem à nova geração. No Brasil, o sedã atualizado deve chegar somente em meados de 2012.
Fonte: iGCarros

segunda-feira, 28 de março de 2011

No Malibu, conforto e espaço são as prioridades


Um amigo, que não manja muito de carros, chega em casa, avista a chave do Malibu sobre a mesa e pergunta: “Mudou muito o novo Classic?”. Explico que aquela chave presa ao alarme por uma pobre argola não é a do menor sedã da Chevrolet, mas sim a do segundo na hierarquia da marca. Ele, naturalmente, acha um absurdo que Vectra, Astra e até mesmo Agile terem chave e alarme integrados numa peça só e o sedã importado do Canadá, não. Pois esse é o Malibu: um sedã de qualidades, mas com algumas contradições.

Passada a primeira “frustração”, o Malibu recebe muito bem seus ocupantes. Quase nos esquecemos da tal chave ao sentarmos nos bancos especialmente confortáveis, que poderiam muito bem servir de cama naquela noite em que você chega tarde em casa e sua mulher lhe tranca para fora. Não bastasse a excelente acomodação dos bancos, há fartura de espaço. Inclusive atrás, onde é possível levar um terceiro passageiro com conforto, já que não há apoio central – o excesso de espaço compensa a falta do equipamento. E as pernas não esbarram nos bancos frontais por conta do avantajado entreeixos.


O acabamento interno, no geral, agrada. Alguns talvez não gostem dos detalhes em madeira, mas é provável que o público do Malibu, em sua maioria, até mesmo deseje o “requinte”. Os materiais usados são de qualidade e agradáveis aos olhos e ao tato, exceto pelas portas, que nos transmitiram uma certa frieza, incoerentes com o aconchego garantido pelos bancos. Já o painel, belo por si só, destoa da elegância pretendida pelo Malibu. E o ar-condicionado, digital, tem apenas uma zona de alcance. Por outro lado, os fãs de porta-objetos têm uma porção deles à disposição, principalmente aqueles responsáveis pelas latas, copos ou garrafas, que realmente seguram bem o objeto.

Outra contradição: os ocupantes também são agraciados com equipamento de áudio da marca Bose, famosa por seu refinamento sonoro. Mas na hora de manobrar, nada de sensor de estacionamento. Vai entender...

Bobão, eu?

Desfaça sua impressão de que o Malibu é aquela típica “barca”, com reações lentas na hora de acelerar, frear e fazer curvas. O sedã da Chevrolet surpreendeu pelo comportamento dinâmico, principalmente em relação à estabilidade. Embora sua direção não seja lá muito direta, privilegiando o conforto, é possível contornar as curvas com certa precisão e rapidez, sem que o carro demonstre algum sinal de dificuldade na tarefa ou que seus pneus de perfil baixo e 18 polegadas chiem. Num asfalto perfeitamente pavimentado (sim, cada vez mais raro), o Malibu parece flutuar, alcançando uma suavidade ao rodar bem acima da média.

Motor e câmbio formam uma dupla em sintonia, e o resultado é um sedã de 4,87 m de comprimento e quase 1,6 tonelada ágil na cidade e com fôlego de sobra na estrada. Mas não se empolgue com a existência do modo manual, operável apenas por paddle shifters no volante. Insosso, logo é deixado de lado. E não por conta do sistema escolhido, que avança e reduz marchas pelos dois lados, bastando empurrar ou puxar a peça, respectivamente. Mas sim por falta de agilidade e exclusivo domínio do condutor – em rotações altas, se você não passar a marcha, ele o fará por conta própria.

Mercado

Rival, principalmente, de Fusion e Azera, o Chevrolet Malibu tem vendas tímidas por aqui. Não se trata, até certo ponto, de falta de qualidade. A Chevrolet importa apenas 200 unidades por mês do modelo, quantia que lhe rendeu no ano passado 1.400 emplacamentos, contra 10.916 do Ford e 7.270 do Hyundai.

A Chevrolet deixou muita gente órfã em 1992. Saía de cena o Opala, produzido desde 1968, para dar lugar ao Omega, que era superior em muitos aspetos, inclusive no preço. Passaram-se os anos e, de certa forma, os órfãos do Opala viraram os clientes do Vectra, muito mais por falta de opção do que por escolha. Carro demais para um gerente, mas de menos para um diretor, o Malibu supre razoavelmente o abismo entre Vectra e Omega. Trata-se de uma boa escolha, que deve se tornar mais interessante na próxima geração.
Fonte: iGCarros

quarta-feira, 16 de março de 2011

Chevrolet Malibu 2012 roda disfarçado


A General Motors está em vias de concluir o desenvolvimento do novo Chevrolet Malibu, que terá mudanças importantes na linha 2012. Seu lançamento, conforme especula a imprensa internacional, pode ocorrer já em abril deste ano durante o Salão de Nova York. Enquanto isso não acontece, o carro roda pelos Estados Unidos em fase final de testes com disfarces. As imagens são do website Autoblog.com.

O modelo atual, à venda no Brasil desde junho de 2010, não recebe mudanças importantes nos EUA desde 2008. Para compensar, a nova geração do sedã terá alguns dos componentes mais avançados da GM. Sua plataforma será uma versão encurtada da Epsilon II, a mesma utilizada nos sofisticados Opel Insiginia e Buick Regal. Além disso, é esperado também que os motores 2.0 e 2.4 ganhem novos recursos para poupar combustível, como turbocompressores e sistemas de injeção direta de gasolina.


Segundo informações do Autoblog, é esperado também que o Malibu 2012 receba lanternas traseiras no mesmo estilo das usadas no novo Camaro. Já o design frontal será enquadrado na identidade atual da Chevrolet, com a grade dividida ao meio e o logotipo da gravata ampliado, como mostra a projeção publicada pelo iG Carros em fevereiro deste ano.

Com o novo Malibu na rampa de lançamento o destino do modelo atual, que é feito no Canadá, será o fim da linha, o que deve ocorrer ainda no primeiro semestre deste ano. Sendo assim, a nova geração do carro – a nona do total – deve desembarcar no Brasil somente no final deste ano ou então em 2012.
Fonte: iGCarros

sexta-feira, 4 de março de 2011

ZAP Carros testou: Chevrolet Malibu


No Brasil desde junho de 2010, o Chevrolet Malibu ainda é raro nas ruas. Com média de 230 unidades comercializadas por mês, representa por volta de 25% das vendas do Ford Fusion, mas a importação pequena da GM explica em parte a razão dos poucos emplacamentos.

O Malibu chega ao País trazido dos Estados Unidos. E isso penaliza o custo final do carro por conta dos impostos de importação, uma desvantagem competitiva que não afeta o Ford, pois este vem do México.


Posicionado entre o Vectra (produzido em São Caetano do Sul) e o Omega (vindo da Austrália), também enfrenta o Honda Accord, Toyota Camry e o Hyundai Azera. O Malibu LTZ, versão topo de linha, é a única configuração oferecida e tem preço sugerido de R$ 89.900. Não há opcionais.

A característica mais notável do sedã grande é sua maciez de rodagem e silêncio no interior. A suspensão molenga, no entanto, não compromete a estabilidade. Particularmente prefiro ajustes mais firmes, mas gostei do comportamento do Malibu. As rodas de 18 polegadas, com pneus 225/50 ajudam a manter o controle nas curvas.

O motor 2.4 em linha, compartilhado com o utilitário Captiva, mostra fôlego compatível com o tamanho do carro, e trabalha bem em conjunto com a transmissão automática sequencial de seis marchas. Não gostei do sistema de mudanças manuais, feito por meio de botões no volante.

Em vez de utilizar borboletas, a GM optou por botões acima da almofada do air bag. Um toque para frente aumenta as marchas, enquanto o movimento contrário faz a transmissão reduzir o passo.

Os bons resultados do propulsor têm algumas explicações, como o bloco feito de alumínio e o comando de válvulas com acionamento variável. São 22,2 kgfm de torque e 171 cavalos a 6.200 rotações. A velocidade máxima divulgada é de 194 km/h.

A GM afirma que o painel interno é inspirado no Corvette, com um cockpit duplo, envolvendo o motorista e passageiro. Os assentos são confortáveis e espaçosos, como um típico americano costuma ser. Por conta do entreeixos de 2,85 metros, os passageiros de trás também viajam com espaço de sobra para as pernas.

Os equipamentos de série não desapontam. Há ar-condicionado digital, monitor de pressão dos pneus, direção com assistência elétrica, bancos dianteiros com regulagens elétricas, sensor crepuscular e controles de estabilidade e de tração.

Em sua sétima geração, o Malibu tem medidas generosas. São 4,87 metros de comprimento, 1,78 de largura e 1,45 m de altura. Nas fotos, o carrão parece ser ainda maior por conta de técnicas de estilo, como as janelas laterais pequenas, teto baixo e rodas grandes. O Malibu já tem data para mudar nos Estados Unidos. Em 2012 passará por uma reforma visual.

Uma nova geração do Hyundai Azera também já foi apresentada para manter a liderança do coreano. Por isso, a briga no segmento dos sedãs de luxo está apenas no começo.
Fonte: ZAP

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Chevrolet Malibu 2012 deverá ficar assim


Aproveitando os desenhos de patentes que vazaram, o designer Leonardo Andrade produziu as duas imagens do Malibu 2012 que vocês veem nesse post. Mais refinado e com elementos do Camaro, o sedã deverá ser lançado até o final do ano, para sorte da GM.

Digo isso porque o atual Malibu chegou muito defasado. Avaliei o carro na semana passada e tive uma certa decepção: é um carro de concepção antiga, como freio de estacionamento no pedal, uma opção sequencial no volante que só funciona quando o câmbio está na posição “M” e que nem ar-condicionado dual zone traz.

É um carro confortável e com cara de cliente da GM, mais tradicional e conservador, mas não faz sombra ao atual Fusion e muito menos aos coreanos Optima e Sonata, por exemplo. Serve como um paliativo para os fãs da marca, que eram obrigados a sair dela se quisessem mais que um Vectra Elite.

A nova geração deve resolver esse problemas. Como se vê nas ótimas projeções do Leonardo, o Malibu 2012 pode, sim, no mínimo igualar as virtudes dos concorrentes.
Fonte: BlogAuto
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