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domingo, 3 de novembro de 2013

Apresentação do Chevrolet S10 2014 e Chevrolet TrailBlazer 2014 com novo motor de 200 cv

Vídeo de apresentação do Chevrolet S10 2014 e Chevrolet TrailBlazer 2014 com novo motor de 200 cv.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Chevrolet S10 ganha nova versão no mercado nacional


Sem muito alarde, a Chevrolet lançou para a gama da S10 uma nova versão de acabamento. Trata-se da LS com o motor 2.8 litros turbodiesel de 180 cv de potência, com tração 4×2 e transmissão manual. O preço é de R$ 78.746 e R$ 89.823 para o modelo com cabine simples e dupla, respectivamente. Até então, o modelo de entrada da picape média era ofertado com motor a diesel somente com tração 4×4.

Na lista de equipamentos, a Chevrolet S10 LS traz ar-condicionado manual, direção hidráulica, airbags frontais, freios ABS, computador de bordo, regulagem elétrica dos faróis, rodas de aço de 16 polegadas, protetor de cárter, imobilizador e bloqueio de deslizamento do diferencial traseiro. Não há opcionais para a variantes. O modelo com cabine simples é oferecido nas variantes LS e LT. A S10 dupla é vendida nas versões LT e LTZ.
Fonte: BlogAuto

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

NOVA CHEVROLET COLORADO 2013 CHEGA AO MÉXICO COM MOTOR 3.6 V6 DE 236 CV E PREÇO EQUIVALENTE A R$ 55.400


A Chevrolet está lançando nesta semana no México a nova geração da picape Colorado, nossa conhecida S10. Importada da Tailândia, a camionete é oferecida apenas com cabine dupla, nas versões LT 4X2 e LT 4X4 e preços de 365.200 e 408.600 pesos mexicanos, o equivalente a R$ 55.400 e R$ 61.950, respectivamente.


Debaixo do capô, o motor é um 3.6 V6 a gasolina que rende 236 cavalos (5.600 rpm) e 34 kgfm de torque (4.600 rpm). A transmissão pode ser manual ou automática, sempre com seis marchas. A tração pode ser 4×2 ou 4×4, sempre com acionamento eletrônico.


As primeiras unidades, segundo a marca, serão entregues a partir de 27 de agosto. Entre os principais itens de série, destaque para airbag duplo , freios ABS, ar-condicionado, rodas aro 16 e controles de tração e estabilidade. A garantia é de dois anos ou 40.000 quilômetros.
Fonte: CarPlace

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Chevrolet inicia produção da nova Trailblazer na Tailândia


A Chevrolet deu largada nesta segunda-feira (11) na produção da nova geração da Blazer em Rayong, na Tailândia, conhecida por lá como “Trailblazer”. O exemplar que marcou o início de produção do novo SUV da marca norte-americana foi um pintado na cor azul escuro, na versão topo de linha LTZ, equipado com o motor 2.8 litros turbodiesel Duramax de 180 cv de potência.

Os consumidores tailandeses já poderão fazer o pedido do modelo. De acordo com o informe da empresa, a nova Trailblazer deverá ser exportada para mais de 50 países. Por aqui, o modelo fará sua estreia em outubro deste ano, e estará disponível na mesma gama de versões e motores da picape média S10, de qual o utilitário-esportivo deriva, ou seja, LT e LTZ com motores 2.4 flex e 2.8 diesel.
Fonte: BlogAuto

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Chevrolet divulga novos preços após redução de IPI


A Chevrolet também entrou na onda e divulgou sua tabela de preços dos seus modelos à venda no País, conforme a nova redução de IPI. O Celta, carro de entrada da marca, agora passa a ser oferecido a um preço de R$ 24.049, uma diminuição de R$ 2 mil em relação ao valor cobrado anteriormente. Confira abaixo a tabela.

CELTA
- LS 1.0 3p – R$ 24.049
- LS 1.0 5p – R$ 25.667
- LT 1.0 5p – R$ 27.053

CLASSIC
- LS 1.0 – R$ 25.469

PRISMA
- LT 1.4 – R$ 29.342

CORSA
- Hatch Maxx 1.4 – R$ 29.418
- Sedan Premium 1.4 – R$ 36.038

AGILE
- LT 1.4 – R$ 34.500
- LTZ 1.4 – R$ 41.017

COBALT
- LS 1.4 – R$ 37.834
- LT 1.4 – R$ 41.430
- LTZ 1.4 – R$ 43.985

MERIVA
- Joy 1.4 – R$ 40.310
- Maxx 1.4 – R$ 42.309
- Expression 1.8 Easytronic – R$ 42.694
- Premium 1.8 Easytronic – R$ 44.946

ZAFIRA
- Comfort 2.o – R$ 55.123
- Expression 2.0 AT – R$ 59.027
- Elegance 2.0 AT – R$ 63.810
- Elite 2.0 AT – R$ 68.528

CRUZE
- LT 1.8 16v – R$ 62.558
- LT 1.8 16v AT – R$ 65.170
- LTZ 1.8 16v AT – R$ 74.653

CRUZE SPORT6
- LT 1.8 16v – R$ 60.216
- LT 1.8 16v AT – R$ 65.170
- LTZ 1.8 16v – R$ 72.239
- LTZ 1.8 16v AT – R$ 74.106

MONTANA
- LS 1.4 – R$ 30.608
- Sport 1.4 – R$ 42.097

S10 CS
- LS 2.4 – R$ 57.011
- LT 2.4 – R$ 59.937
- LS 2.8 TDI – R$ 82.705

S10 CD
- LS 2.4 – R$ 64.256
- LT 2.4 – R$ 70.203
- LTZ 2.4 – R$ 81.737
- LT 2.8 TDI 4×2 – R$ 95.779
- LT 2.8 TDI 4×2 AT – R$ 100.621
- LT 2.8 TDI 4×4 – R$ 106.045
- LT 2.8 TDI 4×4 AT – R$ 109.821
- LTZ 2.8 TDI 4×2 AT – R$ 113.695
- LTZ 2.8 TDI 4×4 AT – 130.982

CAPTIVA
- Sport Ecotec 2.4 AT – R$ 89.900
- Sport 3.6 V6 AT – R$ 96.900
- Sport 3.6 V6 AT AWD – R$ 101.900

MALIBU
- LTZ 2.4 AT – R$ 99.900

OMEGA
- CD 3.6 V6 AT – R$ 161.000

CAMARO
- SS 6.2 – R$ 201.000
Fonte: BlogAuto

segunda-feira, 26 de março de 2012

Chevrolet revela nova geração da Blazer


Em novembro do ano passado, a Chevrolet mostrou ao mundo a TrailBlazer – utilitário esportivo conceitual baseado na nova geração da S10 (Colorado) – durante o Salão de Dubai.

Embora conceito, o modelo estava praticamente pronto para ser produzido, visto que muitas partes do carro – compartilhado com a picape – não precisariam de muitas alterações. Agora, nesta quarta-feira (21), a marca norte-americana revela por completo a nova geração do SUV, que deverá chegar ao Brasil para substituir a já cansada Blazer.


Em relação ao conceito, houve perda em massa dos diversos cromados presentes na parte frontal, além das máscaras negras nos faróis e dos LEDs. Os espelhos retrovisores agora são os mesmos usados na picape, a disposição das luzes das lanternas traseiras estão diferentes e os para-choques possuem novo desenho.


O interior do SUV aparentemente não teve qualquer sinal de alteração na comparação com a nova S-10, mas é notável a preocupação da Chevrolet em tentar deixa-lo mais requintado que a picape, utilizando duas tonalidades em diversas partes do habitáculo. Destaque para a terceira fileira de assentos que, na sua antecessora brasileira, não era disponibilizado.

Debaixo do capô, a nova TrailBlazer poderá ser equipada com dois tipos de motores da família Duramax. O primeiro, um 2.5 litros, desenvolve 150 cv e torque de 36 kgfm. O segundo, é o 2.8 de 180 cv - o mesmo que equipa a nova geração da camionete no Brasil. Ambos possuem quatro cilindros, são dotados de turbo e podem ser acoplados a uma caixa manual de cinco marchas ou a automática de seis velocidades.

A nova (Trail)Blazer será apresentada oficialmente durante o Salão de Bangkok, na Tailândia, que começa dia 26. Em um primeiro momento, o modelo será produzido junto com a Colorado (S10) na fabrica da Chevrolet naquele país, mas, conforme apurou iG Carros na época da apresentação do conceito, provavelmente o modelo deve desembarcar no Brasil até o final deste ano, sendo produzido na fábrica da GM em São José dos Campos (SP).
Fonte: iGCarros

terça-feira, 6 de março de 2012

Nova S10 tira o pé da lama


O anúncio da nova S10 que irá ao ar no domingo, dia 26, tem todos aqueles clichês da vida no campo: o fazendeiro de traços marcantes com braços fortes e queimados do sol, a família numerosa (haja fertilidade!), a caçamba carregada de grãos e a S10, claro, mostrando sua valentia em terrenos enlameados e até cutucando a concorrência ao desatolar uma velha Ford F-4000.


E, embora, a GM revele que 45% dos compradores desse tipo de veículo estejam em cidades com menos de 500 mil habitantes, a verdade é que a cena não difere muito dos anúncios de utilitários esportivos em trilhas, montanhas e florestas. O consumidor gosta dessas imagens, mas no fundo quer distância de poeira, suor, desconforto e barulho. Caso contrário, não só a nova S10 como a pioneira Hilux e outras rivais como Amarok, L200 e Frontier não teriam ficado cada vez mais próximas dos carros de passeio.


É um caminho sem volta comprovado pelo iG Carros ao dirigir a picape da Chevrolet. Dá para dizer com segurança que a S10 agora chega a ser mais confortável e moderna que um Astra, por exemplo.


GPS na plantação

Quer saber o que a picape tem para oferecer? Transmissão automática com opção sequencial? Tem. Câmera de ré? Sim. GPS integrado no painel? Também. Bluetooth? Claro. Ajuste elétrico do banco? O motorista, sim. Ar digital? Sem dúvida. Comandos satélites no volante? Essa é fácil. E não pára aí. De porta-trecos aos bancos de couro e direção hidráulica de série, a S10 está tão fácil de dirigir que nem parece um utilitário. Está mais para um sedã que trocou o porta-malas pela caçamba.

Claro que a GM enfatizou os avanços do perfil de trabalho da picape. Ela é bem mais potente que a anterior com motor a diesel – 180 cv contra 140 cv – e oferece muito torque (o que interessa). São 45 quilos, 10 a mais que a antiga S10. Também equipou o veículo com tração 4x4 com acionamento eletrônico que funciona até 120 km/h e instalou vários sistemas de segurança como controle de tração e estabilidade para torná-la segura.

A capacidade de carga cresceu de forma significativa. Agora ela carrega 1,2 tonelada na cabine dupla e 1,3 tonelada na cabine simples. Para agradar os consumidores da versão flex, o torque do motor foi melhorado para cerca de 24 kgfm e com ganho no consumo. E, para não espantar os clientes que possam estar receosos quanto à confiabilidade da picape, estendeu a garantia para três anos, a exemplo de seus concorrentes.

Upgrade na tabela de preços

Tudo isso porque a nova S10 ficou mais cara. Bem mais cara. A versão cabine simples de entrada com motor flex custava R$ 51 mil e agora passou para R$ 58,9 mil, aumento de 15%. Se antes a S10 Executive a diesel e 4x4 saía por R$ 103 mil agora a S10 LTZ 4x4 – a mais completa da gama – custa R$ 135 mil.

E não é uma questão de custo-benefício já que não há nem como comparar o conteúdo da antiga com o da nova. Quem comprar a S10 2012 levará muito mais em qualquer versão, mas a verdade é que a picape mudou de público. Abandonou os que buscavam um modelo acessível e robusto e virou opção de gente mais abonada, que procura esse “familiar rural”.

Silêncio a bordo

Seja com motor flex ou diesel, a nova picape está infinitamente mais silenciosa. O trabalho de redução de ruídos foi primoroso a ponto de enganar o motorista se o veículo estiver ligado. O espaço interno cresceu, mas esperávamos mais tanto assim que, após o test-drive, conferimos as medidas da cabine da nova e da velha S10. A largura do cockpit, por exemplo, cresceu 4 cm na frente mas é praticamente o mesmo atrás. O espaço vertical, esse sim, melhorou, de 3 a 5 cm, e as pernas dos ocupantes também não ficam tão espremidas e encolhidas. A posição do motorista agora é 8 cm mais alta em relação a anterior.

Em resumo, a GM se preocupou mais em melhorar o conforto no banco traseiro, mas a cabine da nova S10 é, em geral, um pouco menor que o da Amarok, da VW, outra picape que tivemos oportunidade de medir.

Se até aqui o avanço é discreto, basta “olhar para frente” para notar que a S10 não tem nada a ver com a primeira geração. O volante grande e desajeitado deu um lugar a um item menor e com formas ergonômicas e controles satélites nas versões mais caras. O painel de instrumentos bebeu na fonte do Camaro e traz no centro uma tela com computador de bordo. Já o console central é dividido pelo rádio em cima e o sistema de climatização embaixo. Na parte superior, é possível instalar um kit multimídia com GPS e câmera de ré, e na parte inferior, há opção de ar-condicionado digital que possui um lay-out circular, original e bastante intuitivo.

O acabamento usa materiais agradáveis ao toque e detalhes cromados de bom gosto. Há várias tomadas de 12V, entradas para diversos tipos de mídia e muitos, muitos porta-objetos. Uma boa sacada, por exemplo, é um compartimento abaixo do assento traseiro, útil para guardar algum objeto pequeno já que não há espaço no fundo da cabine.

Dirigimos um exemplar flex com câmbio manual e outro a diesel com transmissão automática e esta última deixou uma impressão muito boa. O câmbio de seis marchas tem trocas suaves que trabalham bem com o motor com alto torque. Já a versão flex dá conta do recado, mas sem empolgar. A manopla do câmbio treme a ponto de lembrar a antiga S10 diesel, mas as trocas de marchas são bem superiores enquanto o pedal da embreagem é longo demais.

A direção hidráulica é um tanto pesada, porém, manobrar a S10 é uma tarefa tranqüila. Quem migrar da antiga picape para a nova também se espantará com a suspensão, bem mais firme e confortável. Em curvas, o modelo da Chevrolet mostrou equilíbrio acima da média e o excesso de torque foi devidamente domado pelo controle de tração.

Sem sujar as botas

Apesar da longa demora pela nova geração, a Chevrolet está numa posição favorável para manter a liderança no segmento. A S10 é superior em muitos aspectos a Hilux, sua principal rival, até por uma questão de timing – a Toyota já tem oito anos no mercado. Outras concorrentes como a Amarok, L200 e Frontier podem até ganhar em ou outro aspecto, porém, não têm força para incomodar em certos nichos como o das versões flex.

Com a chegada da nova Ranger em maio, o segmento de picapes médias só contará com modelos dessa fase mais confortável e urbana, afinal na era do agronegócio nem é preciso mais sujar tanto as botas para administrar a fazenda.
Fonte: iGCarros

segunda-feira, 5 de março de 2012

Nova S10 dá salto triplo à frente da primeira geração


Quando ela chegou ao Brasil, ainda comemorávamos o tetra (o penta ainda era um sonho distante) e estávamos de luto com a morte de Ayrton Senna um ano antes. Osama Bin Laden, o maior terrorista da história não passava de um nome desconhecido e imaginar as torres gêmeas do World Trade Center desmancharem no ar era coisa de cinema de ficção.


Quando ela inaugurou o segmento das picapes médias, os Mamonas Assassinas faziam sucesso nas rádios e a novela das oito “A Próxima Vítima” seguia o clichê do “Quem matou?” trazido pela popular Vale Tudo e a personagem Odete Roitman. Em 1995 – este foi o ano em que a S10 foi lançada –, a Volkswagen dominava as vendas no Brasil e a Fiat ainda não era páreo para ela nem para a GM. Usar etanol no carro era piada de mau gosto e motor flex, algo impossível de compreender. A montadora americana não só trazia a moderna picape como também colhia os frutos do bem sucedido Corsa e se preparava para lançar um marco de design e tecnologia, o Vectra.


Já deu para perceber como faz tempo que a atual S10 está entre nós. Quanta coisa vivemos nesse meio tempo, quantas mudanças aconteceram, menos na picape da Chevrolet, que andava prestes a entrar para o clube da Kombi, a encarnação motorizada de Oscar Niemeyer. Mas, 16 anos depois, a S10 mudou e de forma radical. Afinal, não havia como manter nada de um projeto tão antigo. Ou seja, esqueça qualquer comparação entre as duas gerações. É impossível. A General Motors demorou tanto para evoluir nesse segmento que é como comparar a TV de tubo (dos tempos de Senna) com uma tela plana Full HD de LED.

Como era de se esperar, os executivos da montadora só viram pontos positivos em deixar um produto tão envelhecido no mercado, afinal ela liderou o segmento durante esse tempo. Agora, que existe um veículo genuinamente moderno, faz todo sentido para eles brindar os consumidores com uma picape capaz de rivalizar com a precursora da onda dos utilitários potentes, mas confortáveis, a Toyota Hilux.

Mas a Hilux mudou o patamar do mercado há oito anos, ou seja, a S10 passou metade de sua carreira obscurecida pelo modelo japonês. O jeito foi se concentrar nas versões de entrada e aderir ao flex, uma opção que a concorrência não fez questão de oferecer.

Há que se valorizar a velha S10. Ela virou uma espécie de “Gol com caçamba”, capaz de servir às necessidades de clientes sem custar muito e sem deixá-lo na mão. Isso não isenta a GM de ter lançado uma sucessora na década passada, mas a falta de dinheiro e a crise na matriz impediram qualquer reação à Toyota.

Nome consagrado

Diferentemente da Volkswagen, que manteve o Gol robusto em linha junto com o G5, bem mais moderno, a GM decidiu partir do zero com a nova S10, nome que é uma exceção na estratégia global – em outros mercados o modelo é conhecido como Colorado. A montadora lançará versões novas em todos os segmentos, até mesmo os de entrada, com motor flex. De acordo com executivos da marca, a campanha de lançamento ocorrerá a partir do dia 26, logo após o Carnaval, e até o final de abril todas as versões já deverão estar disponíveis nas concessionárias (a chegada nas lojas será gradual). A velha S10 terá seu merecido descanso.

Aliás, não só a nova S10 ocupará todos os nichos da antiga como estreará em novos. Isso porque a picape oferecerá transmissão automática pela primeira vez, uma caixa de seis marchas com opção sequencial. Além dela, a mais cara da linha, haverá versões cabine simples e dupla, com tração 4x2 e 4x4, câmbio manual, motor flex e diesel. Nesses dois últimos casos, versões mais fortes e econômicas que antes. A marca acredita que venderá cerca de 4 mil unidades da nova S10 por mês, mas, diferentemente da divisão quase exata entre as comercializações de modelos flex e a diesel, acredita-se que a segunda opção citada conseguirá ter mais vendas.

O motor flex é uma evolução do 2.4 anterior, que mantém os 147 cv com etanol e 141 cv com gasolina, mas oferece mais torque. Já o motor 2.8 turbodiesel é uma nova geração, conhecida como Duramax no exterior, mas que aqui ganhou o batismo de CTDI e é produzido em conjunto com a empresa MWM. Com 180 cv de potência e 47,9 de torque máximo, é considerado pela GM o mais forte nesse sentido. O propulsor utiliza um turbo de geometria variável que se traduz numa oferta de potência e torque mais homogênea em qualquer rotação.

A montadora também trocou o câmbio manual de cinco marchas e trouxe uma inédita caixa automática de seis marchas, que consegue desempenho superior ao da versão “mecânica”.

Automóvel de carga

Mas o que deve chamar a atenção do consumidor é mesmo o visual e o interior de carro de passeio. Mais ainda que suas rivais diretas, como Amarok, L200 e Hilux, a nova S10 está mais urbana do que nunca. As linhas exteriores são leves, mas marcantes, assim como a picape da Toyota, que virou inspiração para todos os rivais.

Por dentro, o que se vê é painel e acabamento melhores que os de muitos sedãs. Além do espaço mais generoso, as versões mais caras exibem instrumentos com design refinado como o do ar-condicionado digital, além de tela multifuncional com câmera de ré e GPS. O painel de instrumentos traz molduras inspiradas no Camaro e volante com diversos comandos satélites embutidos. Não faltam porta-copos e soluções típicas de minivans e crossovers.

Mas, diferentemente destes últimos, a S10 ainda preserva a vocação de trabalho com uma caçamba volumosa (1.303 kg na cabine simples e 1.208 kg na dupla movidas a diesel). A tração 4x4 também evoluiu. Eletrônica, ela pode ser acionada em velocidade (na antiga, era preciso reduzir o passo). Há, também, mais tecnologia embarcada para a segurança ativa, como ABS com EBD e controle de estabilidade e tração na versão LTZ, a mais cara.

Na cola da concorrência

Segundo a GM, serão lançadas 12 versões da nova S10, com os acabamentos LS, LT e LTZ. A picape também passa a oferecer três anos de garantia, uma praxe da concorrência. O cronograma de lançamento prevê a chegada primeiro da versão cabine dupla com motor diesel, seguida da flex e da cabine simples. A idéia é completar a gama nos próximos dois meses.

Veja, abaixo, a tabela de preços de cada versão da nova S10:

Cabine Simples Preço
LS 4x2 Flex MT R$ 58.868
LS 4x4 Diesel MT R$ 85.400
LT 4x2 Flex MT R$ 61.890

Cabine Dupla
LS 4x2 Flex MT R$ 66.350
LT 4x2 Flex MT R$ 72.490
LT 4x2 Diesel MT R$ 97.900
LT 4x2 Diesel AT R$ 103.900
LT 4x4 Diesel MT R$ 109.500
LT 4x4 Diesel AT R$ 113.400
LTZ 4x2 Flex MT R$ 84.400
LTZ 4x2 Diesel AT R$ 117.400
LTZ 4x4 Diesel AT R$ 135.250
Fonte: iGCarros

sexta-feira, 25 de março de 2011

Conceito antecipa nova geração da S-10


A picape S-10 é atualmente um dos carros mais longevos da General Motors no mundo. O utilitário foi lançado nos Estados Unidos em 1982, onde ganhou diferentes formas com o decorrer do tempo até 2004, quando saiu de linha. No Brasil, o modelo é produzido em São José dos Campos (SP) desde 1995 e lidera o segmento da camionetes médias há mais de 15 anos. Mas nem tudo dura para sempre.

A GM revelou nesta segunda-feira (21) as primeiras imagens do conceito Colorado, desta vez por inteiro. O protótipo, embora a marca não confirme, é uma prévia da próxima geração da S-10, cujo lançamento no mercado brasileiro é esperado para meados de 2012. Antes disso, a picape conceitual será um dos destaques do Salão de Bankok, na Tailândia, que abre suas portas no dia 23 de março.

O Colorado é a primeira picape a receber o novo visual “corporativo” da Chevrolet, composta pela grade recortada ao meio e o capô mais alto, além do logotipo ampliado. Não à toa o carro remete ao visual do Agile e a nova Montana. A parte traseira é convencional, com as lanternas posicionadas nas extremidades da caçamba, como a maioria dos modelos atuais do nicho. Já o interior inova com instrumentos digitais, volante multifuncional o design atualizado.


O conceito será apresentado na Tailândia com motor 2.8 turbodiesel. A GM, entretanto, não especificou maiores detalhes do bloco, tampouco dados de desempenho. A configuração de cabine estendida com portas suicidas (de abertura contrária as convencionais), porém, dificilmente será oferecida no Brasil, que tem público mais voltado para opções com cabine simples ou dupla.
Fonte: iGCarros

quinta-feira, 10 de março de 2011

Chevrolet Alaska, um novo modelo da marca?


É comum que as montadoras registrem nomes de marcas e patentes por questão até de ter opções no futuro e não perdê-las para a concorrência. Recentemente tivemos um exemplo disso: a Volks pensou em usar o nome Arena, mas a Chevrolet era dona da marca. Para não perdê-la, batizou uma versão da Montana. Entre os nomes que a própria Chevrolet andou registrando um nos chamou a atenção: Alaska.

O pedido já tem tempo, foi feito em setembro de 2009 e ainda aguarda deferimento do INPI, mas o que chama a atenção é que ela registrou também o termo “Chevrolet Alaska”, ou seja, não se trata, a princípio, de uma versão qualquer, é nome de carro mesmo.

Já é tradição, aliás, usar nomes de estados norte-americanos, justamente em utilitários: Montana e Colorado são dois exemplos. Será, então, a Alaska algum novo SUV ou picape? Talvez a nova geração da S10 ou da Blazer, nomes que já estão associados aos atuais modelos, desde 1995 no mercado brasileiro. Ou, então, o nome do suposto crossover que brigará com o EcoSport? É cedo para descobrir, mas deixemos o nome “Alaska” em nossas mentes. Um dia desses ele pode aparecer do nada.
Fonte: Blogauto

terça-feira, 8 de março de 2011

Primeira imagem da suposta nova S10 é revelada


Atrasada em relação às suas concorrentes, a GM acelera o desenvolvimento da nova S10, picape média que no Brasil lidera o mercado há anos. Enquanto a Volkswagen já vende a Amarok há quase um ano e a Ford já revelou a nova Ranger, somente agora a montadora americana mostrou a primeira imagem da suposta S10 2012.

Suposta porque a marca a reconhece como nova Colorado, outra picape média vendida nos Estados Unidos. A pista para ligá-la à nossa S10 é o fato de desenhos de patentes terem sido registrados na Argentina com o mesmo desenho do modelo da foto divulgada nesta semana.

Acrescente-se a isso a busca por plataformas globais, capazes de simplificar a produção e reduzir o custo é não é difícil imaginar que a picape da foto trata-se de um projeto para todos os mercados em que a GM atua.


Tailândia

Outro sinal que mostra a intenção da montadora de vendê-la em vários países é o lugar escolhido para sua apresentação, o Salão de Bangkok, na Tailândia. O país asiático virou referência em desenvolvimento de picapes médias: Hilux, L200 e Ranger foram gestadas pelas divisões locais das suas montadoras.

O evento está marcado para o próximo dia 25 e, espera-se, até lá, saibamos enfim se estamos olhando para a tão aguardada nova S10.
Fonte:  iGCarros

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Chevrolet garante: lançará “quatro veículos inéditos” no Brasil em 2011


Quando se trata de frases de efeito, a General Motors é especialista. Lembram quando a montadora anunciou que “renovaria toda a sua linha até 2012″? Pois bem, não passou muito tempo para que a empresa fizesse uma releitura da promessa dizendo que nem toda “renovação” significaria modelos realmente novos. Agora, a marca volta a prometer muita coisa: quatro modelos inéditos no Brasil em 2011.

A declaração foi feita pelos executivos da GM em Detroit, como revela o UOL Carros. Sem dar detalhes dos modelos, o site cogita o Cruze, o Spark, a S10 e a minivan PM7, sucessora da Meriva e da Zafira. Como gato escaldado tem medo de água fria, colocamos os dois pés atrás nessa suposta lista de lançamentos.

O Cruze poderia vir importado, apenas para sentir a receptividade do público ou, então, ter o CKD adiantado. Porém, parece cedo ainda para que o sedã desembarque no Brasil. Cedo pelo cronograma lento da GM porque o Cruze já deveria ter tomado o lugar do Vectra.

O Spark deve se referir ao projeto Ônix que, na realidade, pouco deve trazer desse compacto. Como dissemos aqui, a GM usará mais uma vez uma mistura de componentes que inclui as eternas partes do Corsa de 1994. Esses compactos, sedã e hatch, no entanto, precisam que a fábrica de Gravataí seja ampliada para entrarem em produção.

A minivan PM7 já foi flagrada no Campo de Testes de Cruz Alta, mas parece ainda “verde” para chegar, até porque usaria a mesma base do Cruze e nem é prioridade no mercado brasileiro.

A S10 talvez seja o modelo mais adiantado: unidades já rodam pelo país e a chance dela surgir no 2º semestre é grande. Até porque a rival Ford tem a nova Ranger na boca do forno.

Além desses, temos o projeto GSV, um hatch e sedã que ocuparão o espaço do Astra hoje. Não se viu ainda protótipos finais, apenas mulas do Opel Corsa, ainda assim é um segmento importante em que a GM está defasada.

Ou seja, como se vê, parece otimista demais imaginar que a GM terá quatro carros novos este ano. Podemos ter até uns dois ou três, quem sabe, mas uma reestilização (Celta 2012?) pode entrar nessa conta cuja matemática só a marca americana entende.
Fonte: BlogAuto
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