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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Chevrolet Montana 2011 vídeo de lançamento

Vídeo de apresentação do lançamento do Chevrolet Montana 2011.


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Chevrolet Montana Combo chega às lojas a partir de R$ 40.475


Disponível na geração anterior da picape, a versão Combo do Chevrolet Montana teve suas vendas iniciadas pelo fabricante nesta semana. O modelo com caçamba fechada chega às concessionárias com preço inicial de R$ 40.475 e é uma exclusividade para frotistas, através de venda direta. O modelo será oferecido em duas configurações diferentes.

O primeiro modelo, o LS R6W, traz protetor de cárter, protetor de caçamba, banco do motorista com ajuste de altura, rodas de aço 14″ com pneus 175/70 R14 e calotas integrais, terceira luz de freio, para-choques dianteiro e traseiro na cor do veículo, sistema de advertência sonoro de faróis ligados e preparação de som.

Já o segundo, o LS R6V, traz com rodas de aço 15″ com pneus 185/60 R15 e calotas integrais, ar-condicionado com display digital, banco do passageiro rebatível, rádio com MP3 player, bluetooth, leitor USB e entrada auxiliar frontal, travas e vidros elétricos, além de alarme. Com esse pacote de equipamentos, o preço da Montana Combo é de R$ 47.115.

A Chevrolet deverá anunciar a novidade nos próximos dias.
Fonte: BlogAuto

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Chevrolet divulga novos preços após redução de IPI


A Chevrolet também entrou na onda e divulgou sua tabela de preços dos seus modelos à venda no País, conforme a nova redução de IPI. O Celta, carro de entrada da marca, agora passa a ser oferecido a um preço de R$ 24.049, uma diminuição de R$ 2 mil em relação ao valor cobrado anteriormente. Confira abaixo a tabela.

CELTA
- LS 1.0 3p – R$ 24.049
- LS 1.0 5p – R$ 25.667
- LT 1.0 5p – R$ 27.053

CLASSIC
- LS 1.0 – R$ 25.469

PRISMA
- LT 1.4 – R$ 29.342

CORSA
- Hatch Maxx 1.4 – R$ 29.418
- Sedan Premium 1.4 – R$ 36.038

AGILE
- LT 1.4 – R$ 34.500
- LTZ 1.4 – R$ 41.017

COBALT
- LS 1.4 – R$ 37.834
- LT 1.4 – R$ 41.430
- LTZ 1.4 – R$ 43.985

MERIVA
- Joy 1.4 – R$ 40.310
- Maxx 1.4 – R$ 42.309
- Expression 1.8 Easytronic – R$ 42.694
- Premium 1.8 Easytronic – R$ 44.946

ZAFIRA
- Comfort 2.o – R$ 55.123
- Expression 2.0 AT – R$ 59.027
- Elegance 2.0 AT – R$ 63.810
- Elite 2.0 AT – R$ 68.528

CRUZE
- LT 1.8 16v – R$ 62.558
- LT 1.8 16v AT – R$ 65.170
- LTZ 1.8 16v AT – R$ 74.653

CRUZE SPORT6
- LT 1.8 16v – R$ 60.216
- LT 1.8 16v AT – R$ 65.170
- LTZ 1.8 16v – R$ 72.239
- LTZ 1.8 16v AT – R$ 74.106

MONTANA
- LS 1.4 – R$ 30.608
- Sport 1.4 – R$ 42.097

S10 CS
- LS 2.4 – R$ 57.011
- LT 2.4 – R$ 59.937
- LS 2.8 TDI – R$ 82.705

S10 CD
- LS 2.4 – R$ 64.256
- LT 2.4 – R$ 70.203
- LTZ 2.4 – R$ 81.737
- LT 2.8 TDI 4×2 – R$ 95.779
- LT 2.8 TDI 4×2 AT – R$ 100.621
- LT 2.8 TDI 4×4 – R$ 106.045
- LT 2.8 TDI 4×4 AT – R$ 109.821
- LTZ 2.8 TDI 4×2 AT – R$ 113.695
- LTZ 2.8 TDI 4×4 AT – 130.982

CAPTIVA
- Sport Ecotec 2.4 AT – R$ 89.900
- Sport 3.6 V6 AT – R$ 96.900
- Sport 3.6 V6 AT AWD – R$ 101.900

MALIBU
- LTZ 2.4 AT – R$ 99.900

OMEGA
- CD 3.6 V6 AT – R$ 161.000

CAMARO
- SS 6.2 – R$ 201.000
Fonte: BlogAuto

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Nova Montana chega ao México como Tornado


Brasil e México mantém um importante acordo bilateral para a exportação e importação de mercadorias isenta de uma série de impostos. A indústria automobilística é um dos setores que mais tiram proveito da medida, possibilitando o desembarque por aqui de veículos mais sofisticados por preços competitivos. O contrário também vale, mas para o país na América Central, os automóveis enviados são mais simples. A nova geração da picape Chevrolet Montana é um desses carros, que chega por lá como Tornado.

Além do nome diferente, a Tornado vai para o México com motor 1.8 a gasolina de 105 cv. Por aqui, a Montana é vendida apenas com o bloco 1.4 flex também com 105 cv. Outra diferença é o preço. O modelo mexicano parte de 162.000 pesos, cerca R$ 22.725 e vai até 195.000 pesos na versão mais equipada, aproximadamente R$ 27.355. Por aqui, a picape custa R$ 32.374 na opção LS e R$ 44.570 na série Sport. A variação, que chega a quase R$ 10.000, é justificada pela maior carga tributária do Brasil e também pelos preços mais elevados praticados pela GM do Brasil.

A Tornado, fabricada em São José dos Campos, traz de série no “Paquete A”, o modelo de entrada, freios ABS, ar-condicionado, rádio CD/MP3 player com entrada auxiliar USB e rodas de liga leve aro 15”. A primeira geração da Montana, lançada no México em 2004, somou até meados de 2010 mais de 85.000 unidades emplacadas.
Fonte: iGCarros

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Com visual do Agile, Montana bate recorde mensal


A influência do Agile no visual da Montana fez bem à picape, ao menos comercialmente. Em dezembro, o utilitário da Chevrolet bateu recorde mensal de vendas, com 4.245 unidades comercializadas, um salto de 51,5% frente aos 2.188 emplacamentos realizados em novembro. Na comparação com o resultado de 2009, quando foram vendidos 34.020 exemplares, a Montana foi 9,3% melhor, já que em 2010 foram 36.662 carros.

Nos dois anos, no entanto, a Montana não conseguiu bater a sempre líder Strada. A picape da Fiat fechou o ano passado com 116.819 emplacamentos, seguida pela Volkswagen Saveiro (62.190) e Montana. Em 2009 a picape da Chevrolet ficou na segunda posição, atrás somente da Strada. A Montana inspirada no Agile foi lançada em setembro passado.
Fonte: iGCarros

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Montana 2011: herdeira de dois mundos


Receber uma herança é algo que dá trabalho. O beneficiado pode usufruir de tudo o que seu antecessor reuniu de bom por toda a vida. Mas pode também amargar más escolhas, das quais jamais conseguirá se livrar. No caso da Montana 2011, que chega em meados do próximo mês às concessionárias da marca em duas versões, há uma mistura das duas experiências.

A nova picape, segundo fruto do projeto Viva, parte de R$ 31.990 na versão LS, que incrementada com direção hidráulica (alguém hoje se furta desse equipamento?) e computador de bordo salta para R$ 34.435, chegando a R$ 39.653 somando a esses itens ar-condicionado, rodas de 15 polegadas, alarme, travas e vidros elétricos, airbag duplo e freios com ABS. O salto para a versão Sport é grande, mas esta entrega ao comprador todos esses itens mais barra de proteção no teto, faróis com máscara negra, acendimento automático dos faróis, faróis de neblina, cruise control e CD player com MP3 e Bluetooth. Opcionalmente, há rodas aro 16, capota marítima, sensor de estacionamento e GPS. Toda Montana sai de fábrica com protetor de caçamba e ajuste de altura do banco e do volante. Ou seja: de cara, a nova Montana chega mais equipada que a antiga geração.

Botox

A primeira herança da nova Montana, evidentemente, é o novo visual, inspirado nas linhas do Agile. Na parte frontal, a picape se mostra mais bem resolvida que o hatch, simplesmente por ter um para-choque mais avantajado. Os faróis e a grade, no entanto, continuam exagerados. Vista de lado, a Montana 2011 ganhou um “step side” maior, que agora abriga calçados 43 ou 44 – não se limitando a pés pequenos. A caçamba aumentou, e agora é o seu ponto forte: com 1,68 m de comprimento e 1,34 m de largura, seu volume de carga chega a 1.100 litros – ou 1.180 sem o protetor de caçamba, que é de série e jamais será retirado de lá. A carga útil é de 758 kg. Os números fazem da nova Montana uma quase líder no quesito, já que a Peugeot Hoggar, que já havia batido VW Saveiro e Fiat Strada, leva 1.151 litros, mas suporta apenas 742 kg.

A traseira é o ponto mais chamativo. As lanternas estão bem posicionadas e há harmonia do conjunto. E esse desenho traz boas e más notícias. A tampa, que antes era removível, agora não pode ser mais retirada no caso de o dono quiser transportar uma moto grande, por exemplo. Em compensação, a visibilidade melhorou, já que a tampa é mais baixa em relação ao modelo anterior.

Mais do mesmo

O cockpit da nova Montana é exatamente igual ao do Agile. E aí a herança não é bem-vinda. A posição de guiar continua desconfortável, principalmente por conta do volante levemente deslocado para a esquerda. A ergonomia também não ajuda, sendo a posição do rádio, muito abaixo da linha de visão do motorista, seu pronto fraco. Só há ajuste do volante em altura, e esse ajuste no banco é de operação difícil – é preciso se “pendurar” no volante para subir o banco. Para piorar, o pé esquerdo continua esbarrando na caixa de roda a cada troca de marchas.

O espaço atrás nos pareceu razoável, com 164 litros de capacidade e convenientes ganchos e porta-objetos nas laterais.

Queda de potência

Por conta do tamanho do cofre do motor, a General Motors aplicou alterações na admissão do propulsor, que agora gera 102 cv – ante 105 cv da antiga versão. A diferença, no entanto, é pouco notada. Se a posição de guiar não condiz com a nomenclatura Sport, o desempenho tampouco. Mas está razoável à proposta do carro e suas dimensões. Um tanto lento em baixas rotações, começa a “aparecer” à medida que apertamos o acelerador. Os engates são relativamente precisos e macios, como no hatch. A suspensão apresentou bom comportamento no conjunto frontal, porém um pouco “solta” atrás.

Sobrevida aos frotistas

A antiga versão da Montana se aposenta. A configuração Combo, no entanto, vai até o final do ano, atendendo a frotistas. Gustavo Colossi, diretor de Marketing da General Motors, revela ao iG Carros que a nova Montana Combo chega no segundo trimestre de 2011, com preço ligeiramente superior ao da LS. “Como a caçamba mudou de dimensões, estamos redimensionando também sua cobertura”, explica Colossi. Para este ano, a GM espera vender 3.500 unidades da nova Montana, montante que a manteria na terceira colocação no segmento.

Do Agile, a nova Montana herda a simplicidade do projeto, menos refinado do que a concepção da picape atual. E da antiga, a nova herda o espírito esportivo e jovial. A melhora em relação ao hatch, ao menos esteticamente, é sensível – mas fica a certeza de que a atual geração deixará saudades.
Fonte: iGCarros

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Agile e nova Montana produzidos no Brasil


O jornal Diário do Grande ABC publica na edição desta quarta-feira que a GM decidiu produzir o Agile e sua picape, a nova Montana, também no Brasil. A razão seria que a fábrica de Rosário na Argentina não está dando conta da demanda.

É compreensível já que lá também é produzido o Classic, que retomou a liderança entre os sedãs compactos, perdida por algum tempo para o Siena. Como o Agile, ao contrário do Celta, não é um projeto que necessita de uma fábrica em que os sistemistas participam ativamente da produção, é possível instalar linhas de montagem em outras unidades da montadora.
Fonte: BlogAuto

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Montana já tem desconto nas concessionárias


As concessionárias Chevrolet estão oferecendo descontos na venda da Montana 2010, modelo que sai de catálogo com a chegada da nova versão 2011 prevista para o início do mês que vem. Algumas lojas consultadas por Autoesporte, em São Paulo e no Rio de Janeiro, afirmam que há poucas unidades no estoque. As versões Combo 1.4 e Sport 1.8 já não são encontradas.

Na capital paulista, uma revendedora oferecia a versão Sport 1.4, cujo valor de tabela é R$ 40.753, por R$ 37.990, o equivalente a 6,77% de desconto. No Rio de Janeiro foi encontrado o melhor preço para a Montana Conquest 1.4, que de R$ 30.013, era vendida por R$ 28.900 - desconto de 3,7%.

Os vendedores das lojas consultadas afirmam que descontos e promoções devem aumentar com a chegada da nova Montana. Todos eles diziam aceitar negociar ainda mais o valor do modelo. A nova Montana terá a frente do Agile e desenho exclusivo na traseira, mas com o mesmo motor 1.4 EconoFlex da picape atual. A versão 2011 deverá chegar um pouco mais cara, com preço mínimo em torno de R$ 32 mil.
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